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Droga essencial contra a Aids cria resistência

Droga essencial contra a Aids cria resistência

Uma das drogas que mais marcou o tratamento contra a Aids, há 15 anos, agora enfrenta problemas para combater o HIV. Um novo estudo revela que, em parcelas significativas de pacientes da Europa e, principalmente, da África, o vírus criou resistência ao tenofovir. Segundo especialistas, o problema pode até mesmo afetar os planos da ONU de controlar a doença até 2030.

Esse antirretroviral é capaz de diminuir a carga de HIV no corpo, melhorando a qualidade de vida de soropositivos. Com quase nenhum efeito colateral, o remédio é usado na fase inicial do tratamento contra a Aids, em geral por meio do comprimido apelidado de ?3 em 1? (tenofovir, efavirenz e lamivudina), ingerido diariamente. Ler mais

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Governo oferece tratamento gratuito a dependentes químicos

Governo oferece tratamento gratuito a dependentes químicos

O talento de Leandro Bruno Carvalho para a informática sempre lhe rendeu bons empregos. Ainda jovem, montou o próprio negócio, morou em bairros nobres e teve regalias de um típico morador de classe média alta. Mas o uso de cocaína, merla e crack causou efeito devastador. Ele perdeu não só o controle para gerenciar a empresa, mas também encerrou um casamento sólido e passou a viver de pequenos furtos em supermercados para sustentar a dependência.

Após perder 25 quilos, ficar com os dentes apodrecidos e praticamente sem abrigo, decidiu aceitar ajuda, aos 32 anos. Por meio do Centro de Atendimento Psicossocial Álcool e outras Drogas (CAP-AD) do Guará, foi encaminhado para uma casa terapêutica conveniada com o governo de Brasília, em outubro de 2014. O tratamento durou nove meses. Sóbrio, ele se dedica a ensinar informática na própria casa de recuperação ? a Salve a Si, na Cidade Ocidental (GO).

 

A história de Leandro serve de inspiração para familiares de usuários de entorpecentes em busca de ajuda. O governo de Brasília oferece tratamento gratuito em cinco casas de recuperação conveniadas com capacidade total de 152 pacientes. O dependente de álcool ou outra droga pode ser encaminhado para as instituições por meio de algum dos nove CAP-AD espalhados pelo DF.

O tratamento é voluntário. Nas casas, o paciente recebe cinco refeições diárias, acompanhamento psicológico, psiquiátrico e assistência social, além da oportunidade de aprender algum ofício, como carpintaria, serralheria e informática. No ano passado, 1.678 homens e mulheres foram atendidos nessas comunidades graças ao convênio.

Redução de danos

Em 2015, o Executivo destinou R$ 1,8 milhão para a ressocialização de homens e mulheres dependentes de crack, de cocaína, de maconha, de álcool e de outros entorpecentes.

De acordo com Joana Mello, subsecretária para Políticas de Justiça e Cidadania e Prevenção ao Uso de Drogas, da Secretaria de Justiça e Cidadania, o envolvimento do poder público contribui para redução de gastos em áreas como a Saúde e a Segurança, pois haverá dispêndio menor com medicamentos e internações.

Tratar a dependência química também ajuda na diminuição de furtos e roubos, uma vez que muitos usuários passam a cometer delitos para sustentar a doença. ?Investir nas parcerias com essas comunidades terapêuticas é uma forma de reduzir danos, pois elas desenvolvem um trabalho importante de reinserção do paciente à sociedade?, destacou Joana, também presidente do Conselho de Políticas sobre Drogas do DF (Conen).

Para Henrique França ? conselheiro deliberativo da Federação Brasileira das Casas Terapêuticas e fundador da Salve a Si, na Cidade Ocidental ? mais do que inserir o dependente químico num processo de desintoxicação, é preciso fazer com que o paciente se sinta útil para trabalhar quando voltar ao convívio social: ?Por isso, temos cursos de panificação, informática, serralheria, mestre de obras, para que ele possa ter condições de transformar a vida e trabalhar com dignidade?.

Fiscalização

Desde os primeiros meses do governo, Rodrigo Rollemberg demonstrou que o tratamento a usuários de substâncias ilícitas e de álcool seria prioridade. Em fevereiro de 2015, quitou três mensalidades atrasadas deixadas pela gestão anterior.

Para melhorar a qualidade do atendimento aos dependentes químicos, a Secretaria de Justiça e Cidadania intensificou as inspeções às casas. ?É importante destacar o compromisso dos responsáveis por essas entidades, pois sempre que identificamos algum problema, eles se empenham em resolvê-los imediatamente?, afirmou Joana.

O telefone do Conen está disponível para quem quiser tirar dúvidas e receber orientações: 2104-1830 e 2104-1831.

Casas terapêuticas

Ceilândia

Renovando a Vida

Núcleo Rural Alexandre Gusmão, Gleba 3, Ceilândia (DF)

Ceilândia Norte

ABBA PAI

CNR1, Conjunto 1, Núcleo Rural Monjolinho, Ceilândia Norte (DF)

Cidade Ocidental (GO)

Salve a Si

Fazenda Lages, Estrada do Córrego Lages, Sítio Gleba nº 9, Cidade Ocidental (GO)

Planaltina (GO)

Associação Beneficente Caverna de Adulão

Núcleo Rural Córrego do Atoleiro, Chácara 11, Planaltina (GO)

Vicente Pires

Instituto Crescer, Nova Vida

Rua 10, Chácara 118, Vicente Pires (DF)

Relação dos CAP-AD

CAP-AD Rodoviária

Antigo Prédio do Touring. Setor Cultural Sul, Zona Cívico-Administrativa-

CAP-AD Guará

QE 23 Área Especial s/n, subsolo do Centro de Saúde nº 2, Guará II

CAP-AD Ceilândia

QNN 1, Conjunto A, Lotes 45/47, Avenida Leste

CAP-AD Santa Maria

QR 312, Conjunto H, Casa 12

CAP-AD Sobradinho

AR 17, Chácara 14, Sobradinho II

CAP-AD Samambaia

QS 107, Conjunto 8 Lotes 3, 4 e 5, Samambaia DF

CAP-AD Itapuã

Complexo Administrativo do Itapuã, Quadra 378, Conjunto A, Área Especial 4

CAP-AD Taguatinga

QNF Área Especial 24, Setor F, Norte

CAP-AD Brasília

Quadra 714/715 Norte, Bloco C, Lojas 1, 2 e 3, Asa Norte

Mais informações:

Conselho de Políticas sobre Drogas do DF (Conen): (61) 2104-1830 e 2104-1831

Fonte: Agência Brasília

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Crack

Crack e seus Efeitos

Princípio Ativo

O crack é a conversão do cloridrato de cocaína para base livre através de sua mistura com bicarbonato de sódio e água. É a forma de cocaína mais viciante e também a mais viciante de todas as drogas. As pedras de crack oferecem uma curta, mas intensa euforia aos fumantes.

Crack – História

Cracolândia, ponto de consumo de crack em São Paulo

O crack apareceu nos Estados Unidos primeiramente em bairros pobres do centro das cidades de New York, Los Angeles e Miami no final de 1984 e em 1985. No Brasil, o crack passou a ser conhecido nos anos de 1990.

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porabcd

Cocaína

A folha de coca (cujo consumo mesmo se em grandes quantidades, leva apenas à absorção de uma dose minúscula de cocaína) é usada comprovadamente há mais de 5000 anos pelos povos nativos da América do Sul. Eles a mastigavam para ajudar a suportar a fome, a sede e o cansaço, sendo, ainda hoje, consumida legalmente em alguns países (Bolívia) sob a forma de chá (a absorção do princípio ativo, por esta via, é muito baixa). Os Incas e outros povos dos Andes usaram-na certamente, permitindo-lhes trabalhar a altas altitudes, onde a rarefação do ar e o frio tornam o trabalho árduo especialmente difícil. A sua ação anorexiante (supressora da fome) lhes permitia transportar apenas um mínimo de comida durante alguns dias.

Inicialmente os espanhóis, constatando o uso quase religioso da planta, nas suas tentativas de converter os índios ao cristianismo, declararam a planta produto do demónio.

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